
Nem sempre sou de levar em frente estas correntes de premiação, mas especialmente hoje estarei atirando os meus dardos a outras pessoas, se levando também em conta as afinidades pessoais, levando mais em conta o que leio nos seus espaços.
Começo por retribuir o premio à Madalena do Chora que logo bebes, pela afinidade, pela doçura das suas crônicas, e pela constante luta pela sua classe, a dos professores, e educação em terras Lusitanas.
À Isabella, do Chuinga, a minha bloguista, que por vezes gosta de nos dar uns sustos quando ameaça largar estas coisas de blogar, mas já vai, para nossa felicidade, na sua 7ª. Versão do seu competente Chuinga, há 4 anos.
Ao Carlos Gil, do on the road again, que tem xicuembo no seu teclado, que se enerva facilmente quando a tolice está-lhe óbvia, com quem tenho um grande prazer de não só trocar idéias, mas também de trocar algumas recordações da nossa juventude, em especial carros e música.
À Ana, do Digital do Índico, que tanto representa na minha fase de vida internauta, pois foi a primeira pessoa com quem tive contacto em Moçambique via um fórum na internet, em 1996, e que acabamos por desenvolver uma rica amizade. Hoje, através do seu espaço, promove Moçambique com belas imagens.
Ao João Tunes, do Água Lisa, que se conseguiu zangar-se comigo por causa de algo que jamais me chatearia com alguém, que é o futebol, tenho no seu espaço um dos melhores caminhos para me manter sintonizado com a política portuguesa, nem que por ali seja pelo menos um motivo para me aprofundar na pesquisa de um tema por ele colocado. Temas de hoje, temas de ontem, mas sempre atuais, é o que João Tunes nos oferece com regularidade.
Ao JPT, do Ma-schamba. Pode parecer esquisito passar-lhe um “dardo” quando este decidiu não mais regar a maschamba. Não pretendo aqui dar “homenagens póstumas”, tenho é esperanças que o JPT volte atrás. Se ele e eu não temos muitas afinidades, o Ma-schamba sempre foi uma forma de me manter próximo dos eventos culturais, em especial ligados à literatura, que se passam em Maputo.
À Micheliny Verunschk, poetisa brasileira, responsável pelo espaço Ovelha Pop, que depois que me fez uma entrevista, passei a acompanhar mais de perto o seu trabalho, e tive assim a oportunidade de conhecer uma pessoa com um nível intelectual, misturado com uma sensibilidade, que só podemos desejar que mais seres humanos os tenham.
Ao Jaime, do Forever Pemba, que no seu espaço reúne tanta informação do nosso Moçambique. Admiro a sua paixão por Pemba, tanto quanto admiro a sua retidão e transparência de posicionamentos.
Ao Paulo Granjo, do Antropocoiso, um dos poucos espaços onde consegue-se pensar diferente do “dono” do lugar e não se sair ao estalo. O Paulo, andando entre Moçambique e Portugal, faz por mim o que não consigo fazer, e vai-me passando, na sua forma de “fotografar”, o que se vai passando naquelas terras.
10/11/08 - Fui hoje alvejado por mais um Dardo. Agora da minha querídissima Theo. Por lá distribui a Theo outros Dardos para gente muito boa.












Tonia Carrero (Foto do Blog Cacilda) 




