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sábado, 25 de outubro de 2008

Morretes é um lugar que gosto de visitar

Morretes é um lugar que gosto de visitar. Há os lugares que quando recebemos visitas em Curitiba nos sentimos na obrigação de levá-las a conhecer. Os famosos cartões postais. Sejam estes lugares que nos agradem ou não, mas se não os levarmos acabaremos por passarmos pelo risco do visitante nos perguntar: “E o tal lugar, é mesmo legal?”
Morretes, um município que fica a aproximadamente 60 km aqui de Curitiba, fundada em 1733, é um dos lugares que levo qualquer amigo que por aqui chega com grande prazer. O prazer de levar um amigo a conhecer algo "novo", e de eu estar a ir de novo aquele lugar.
O centro histórico, misturado com o muito verde do lugar e as águas dos seus rios, torna aquele espaço energético. Essa concentração de enrgia deve ser ajudada pela Serra do Mar e a Mata Atlântica que rodeiam a cidade
Hoje o tempo por lá estava nublado, o que em nada atrapalhou o passeio, o aconchego das ruas e arquitetura colonial e a simpatia da gente do lugar que sabe que o turismo é importante para a economia da sua cidade.
O sol só fez falta para dar um pouco mais de brilho às fotos, mas para nós que lá estávamos o brilho não fez falta alguma ao que víamos.
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Vista parcial do Rio Nhundiaquara, que corta a cidade.


Ruas estreitas com a sua arquitetura colonial.


Palmeiras reais em guarda.

Onde comemos o "barreado", prato típico da cidade.

Igreja Matriz da Nossa Senhora do Porto, construção iniciada em 1812.

quinta-feira, 14 de agosto de 2008

Vantagens na mudança de um cronograma

Esta segunda-feira, dia 11, parti de Curitiba rumo a Cascavel, para cumprir com alguns compromissos profissionais. Foram juntos três colegas de trabalho, sendo um deles um prestador de serviços que veio de São Paulo, onde tivemos uma reunião inicial ainda em Curitiba.
Saímos de Curitiba por volta das 13:30hs, e programávamos rodar os 496 km em aproximadamente 6 horas. Ou seja, por volta das 19:30hs pretendíamos estar em Cascavel.
Mas acontecem pequenos desvios na programação que acabam por nos criar outras oportunidades, mesmo que neste caso acabássemos por chegar ao destino somente às 23:30hs.
Havíamos percorrido próximo de 150 km e um cheiro de borracha queimado me fez encostar o veículo no primeiro lugar seguro do acostamento. Identificado um problema em um pequeno rolamento do tensor da correia, que fez com que a polia ficasse parada, com a correia correndo por ela queimando e exalando o tal cheiro de borracha queimada, aguardamos a chegada do socorro da empresa responsável pela concessão da estrada, que aqui devo realçar, com um atendimento rápido e eficiente.


Levou-nos o carro para uma oficina de uma cidade próxima, que já muitas vezes havia visto a placa identificando-a, mas nunca havia entrado no trevo à esquerda para visitá-la.

Enquanto aguardava o conserto do carro, pois acabou por demorar um pouco mais do que gostaríamos a procura do tal pequeno rolamento em alguma das auto-peças da pequena cidade, acabei por pegar a máquina fotográfica, já sem muita luz natural, e fui andar pelo meio de pequenas mas graciosas ruas da cidade.
Fui parar em uma praça onde se vê uma grande e bonita Imagem da Nossa Senhora das Graças, sobre uma pequena Capela.




Percebo que desta praça temos uma bela vista para vários pontos da cidade, e observo que é Irati uma cidade com uma arquitetura que demonstra ser esta uma cidade que conta na sua paisagem um tanto da história do Paraná e do Brasil.







Tirando a minha ignorância, creio que esteja ali uma cidade mal trabalhada turisticamente. E nunca ouvi ninguém falar dela com este foco.

Hoje, até visitei o site da Prefeitura de Irati para saber um pouco mais dela, e até fiquei sabendo que este município até já andou ganhando uns Selos do Ministério do Esporte e Turismo devido ao seu potencial e engajamento ao planejamento turístico! Arre! A minha ignorância me espanta ou me espanta eu estar na capital do Paraná e não ver aqui Irati ser divulgada.
Bem dito seja o rolamento que me quebrou a 150 km de Curitiba!

Falando em quebrar, lembro-me que arrumaram o carro, e devo agradecer ao pessoal da oficina a forma atenciosa e não exploradora da situação de 4 viajantes com compromisso e com um carro quebrado na estrada.

E parabéns pela forma simpática e pelo esforço de promover a sua cidade, sem apoio aparente, nem mesmo de material promocional, do senhor que explora comercialmente uma pequena lancharia (biscoitos, sorvetes, refrigerantes, outros) junto à Capela de Nossa Senhora das Graças.

sábado, 5 de abril de 2008

Coisas que impressionam



O Gil, um amigo aqui de Curitiba, andou a viajar pelo Chile e pela Argentina e chegou por estes dias. Pedi-lhe se me mandava uma das fotos que havia tirado que lhe tivesse marcado, por algum motivo, de forma diferenciada. Enviou-me esta com a seguinte mensagem:



Caro Zé Paulo:

Você me pediu uma foto em que tivesse algo que me impressionou em minha viagem pela Patagônia.
Bom, estive pela região patagônica chilena e argentina. Posso dizer que tudo é muito lindo, que a natureza é realmente prodigiosa.
Mas, se é para apresentar um item apenas, como o mais impressionante, é o que está na foto anexa.
Trata-se de um pedaço de gelo, despreendido do Glaciar Upsala, no Parque Nacional Glaciares, Argentina.
Qual a razão? Quando se avista de longe um glaciar, bem como os pedaços que dele se desprenderam, vê-se aquela enorme massa de gelo e, como tal, muito branco. Ao navegar pelos lagos e, aproximar-se dos pedaços que se soltaram, a luz solar transforma o que antes era branco, em um tom de azul sem igual.

Gil


* O título deste post é o título que o Gil usou no e.mail que me enviou.