
Última Parte
Ao acordarmos, já no dia 11 de Setembro, o Dr. Arouca já conversava com o grupo, e parecia que todos estavam mais calmos. Ele veio ao nosso encontro e disse para a Mãe que podíamos ir ter com o motorista a Maxixe e partirmos para Lourenço Marques.
A esposa, antes de nos deixar nas barcas, foi nos mostrar algumas das próximas e belas praias da região.
Fizemos um lanche reforçado já em Maxixe, e partimos logo em seguida para a estrada. Trocamos informações com o nosso já mais amigo do que motorista. Lembro-me que a Mãe ficou um tanto admirada pelo mesmo conhecer, por nome, dizia ele, o advogado Dr. Arouca.
A viagem prosseguiu sem mais sobressaltos, até que ao entrarmos em LM, já ao Pôr do Sol, nos defrontamos com uma barreira do Exército português. Pediram-nos para sair, e em quanto um nos fazia perguntas, outros revistavam o VW... quando menos esperava, uma rajada de tiros vindo de uma metralhadora G3! Quando me vi, já estava dentro do carro, abaixado entre o encosto do motorista e do banco de trás. Ao espreitar entre os dois bancos para o vidro da frente do carro, percebi algumas penas voando, e ouvi a voz da minha Mãe a chamar a atenção do responsável por aquele grupo de militares, pela atitude irresponsável daquele soldado!
Em uma revoada de um grupo de pombos, um alferes, que devia estar a festejar alguma frustração, lembrou-se, como se tivesse aos “tiros aos pombos”, de matar o que são o símbolo da Paz!
A viagem prosseguiu sem mais sobressaltos, até que ao entrarmos em LM, já ao Pôr do Sol, nos defrontamos com uma barreira do Exército português. Pediram-nos para sair, e em quanto um nos fazia perguntas, outros revistavam o VW... quando menos esperava, uma rajada de tiros vindo de uma metralhadora G3! Quando me vi, já estava dentro do carro, abaixado entre o encosto do motorista e do banco de trás. Ao espreitar entre os dois bancos para o vidro da frente do carro, percebi algumas penas voando, e ouvi a voz da minha Mãe a chamar a atenção do responsável por aquele grupo de militares, pela atitude irresponsável daquele soldado!
Em uma revoada de um grupo de pombos, um alferes, que devia estar a festejar alguma frustração, lembrou-se, como se tivesse aos “tiros aos pombos”, de matar o que são o símbolo da Paz!





