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domingo, 16 de novembro de 2008

Eleições na Venezuela ou vitrine para Chávez?


"Se vocês permitirem que a oligarquia volte ao governo (regional), talvez eu acabe usando os tanques da brigada blindada para defender o governo revolucionário e o povo", ..."Pátria ou morte é o lema."

É este um dos argumentos de Hugo Chávez na campanha das eleições venezuelanas.
O seu apoio aos candidatos do seu partido, PSUV, nas próximas eleições para governadores estaduais, prefeitos municipais e deputados estaduais, mais uma vez transforma o que deve ser um exercício democrático em um clima de insegurança na população, através do uso da máquina estatal para tentar abafar a movimentação oposicionista e buscar manter as suas garras em todos os níveis do Estado da Venezuela, além de transformar estas eleições em um plebescito “informal” sobre si e do que chama de “revolução bolivariana”..
O favoritismo geral para as eleições é do PSUV, - um dia, e que não seja tarde, o povo venezuelano haverá de reagir - mas a oposição tem a possibilidade de ganhar terreno em regiões importantes, o que deixa Chávez preocupado, e levanta a hipótese de que estas regiões venham a declarar autonomia, como se viu na vizinha Bolívia.
É um medroso, como todo o ditador, e não sabe conviver com as regras democráticas. E depois tem receio que hajam os que não queiram conviver com quem pensa assim.

sexta-feira, 5 de setembro de 2008

Angola

Fonte da Imagem: FESA
Hoje se faz em Angola um exercício ou uma simulação de democracia? Ou nem uma nem outra coisa, e sim muito pelo contrário?

quinta-feira, 27 de dezembro de 2007

Mataram Benazir ou criaram um ícone?


Hoje a democracia foi ferida mortalmente com um crime em terras paquistanesas. O radicalismo matou uma mulher, bonita, amada por muitos, questionada por outros e odiada por outros tantos, mas que mostrou nestes últimos tempos muita coragem pela luta do que acreditava ser essencial para o seu país, a democracia.
Não sei se era santa, não sei se era a melhor alternativa para o Paquistão, mas pressinto que acabaram de criar um ícone pela luta das democracias do planeta. Creio que os radicais ao matarem Benazir Bhutto deram um tiro no pé, muito maior do que ao derrubarem torres gêmeas em terras do Tio Sam.
Que Benazir esteja em Paz!