
"Se vocês permitirem que a oligarquia volte ao governo (regional), talvez eu acabe usando os tanques da brigada blindada para defender o governo revolucionário e o povo", ..."Pátria ou morte é o lema."
É este um dos argumentos de Hugo Chávez na campanha das eleições venezuelanas.
O seu apoio aos candidatos do seu partido, PSUV, nas próximas eleições para governadores estaduais, prefeitos municipais e deputados estaduais, mais uma vez transforma o que deve ser um exercício democrático em um clima de insegurança na população, através do uso da máquina estatal para tentar abafar a movimentação oposicionista e buscar manter as suas garras em todos os níveis do Estado da Venezuela, além de transformar estas eleições em um plebescito “informal” sobre si e do que chama de “revolução bolivariana”..
O favoritismo geral para as eleições é do PSUV, - um dia, e que não seja tarde, o povo venezuelano haverá de reagir - mas a oposição tem a possibilidade de ganhar terreno em regiões importantes, o que deixa Chávez preocupado, e levanta a hipótese de que estas regiões venham a declarar autonomia, como se viu na vizinha Bolívia.
É um medroso, como todo o ditador, e não sabe conviver com as regras democráticas. E depois tem receio que hajam os que não queiram conviver com quem pensa assim.
É este um dos argumentos de Hugo Chávez na campanha das eleições venezuelanas.
O seu apoio aos candidatos do seu partido, PSUV, nas próximas eleições para governadores estaduais, prefeitos municipais e deputados estaduais, mais uma vez transforma o que deve ser um exercício democrático em um clima de insegurança na população, através do uso da máquina estatal para tentar abafar a movimentação oposicionista e buscar manter as suas garras em todos os níveis do Estado da Venezuela, além de transformar estas eleições em um plebescito “informal” sobre si e do que chama de “revolução bolivariana”..
O favoritismo geral para as eleições é do PSUV, - um dia, e que não seja tarde, o povo venezuelano haverá de reagir - mas a oposição tem a possibilidade de ganhar terreno em regiões importantes, o que deixa Chávez preocupado, e levanta a hipótese de que estas regiões venham a declarar autonomia, como se viu na vizinha Bolívia.
É um medroso, como todo o ditador, e não sabe conviver com as regras democráticas. E depois tem receio que hajam os que não queiram conviver com quem pensa assim.



