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quarta-feira, 2 de julho de 2008

Ingrid fora mostra a Farc por dentro



Quem lá esteve dentro, nos define como são as entranhas da Farc com a seguinte frase, logo depois de ter sido resgatada pelo exército colombiano, ao pedir à cúpula do grupo respeito pelos seus guerrilheiros;

"Desejamos que os rebeldes que estavam lá, nossos guardas, sigam vivos, e Deus queira que não estejam sujeitos à justiça das Farc"

Imagem: UOL

sábado, 15 de março de 2008

Diplomacia "chaveriana"... de chaveiro...



Chávez chama Uribe para selar a paz após crise diplomática


Presidentes conversam pela primeira vez desde o afastamento do líder venezuelano da negociação com as Farc


REUTERS (Fonte: Estadão)


BOGOTÁ - Os presidentes da Colômbia, Álvaro Uribe, e da Venezuela, Hugo Chávez, conversaram por telefone na quinta-feira, 14, num esforço para restabelecer a confiança após a superação da crise diplomática entre os dois países que durou mais de três meses, informou a Presidência colombiana. Trata-se da primeira comunicação telefônica entre os dois presidentes desde o início das tensões diplomáticas em novembro, deflagradas pela decisão de Uribe de cancelar a mediação de Chávez junto às Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) para tentar a libertação de reféns mantidos pelos rebeldes. "Foi realizada uma conversação telefônica entre os presidentes da República Bolivariana da Venezuela e da República da Colômbia, após uma ligação do presidente Hugo Chávez ao presidente Alvaro Uribe", disse um comunicado do governo colombiano. "Nessa conversa foi reiterada toda a vontade de restabelecer as melhores relações entre os governos e a confiança entre os governantes", acrescentou. Durante a crise diplomática, Chávez acusou o presidente colombiano de mentiroso, mafioso, paramilitar e de ser um boneco dos Estados Unidos. Embora Uribe tenha inicialmente respondido acusando Chávez de legitimar o terrorismo das Farc e de liderar um projeto expansionista, ele depois se manteve em silêncio mediante os repetidos ataques do colega venezuelano. A crise ganhou força depois que forças militares colombianas bombardearam uma região de selva no Equador sem autorização de Quito, num ataque em que o segundo na hierarquia das Farc Raúl Reyes foi morto. O Equador classificou a ação de massacre e a considerou uma violação da soberania do país. O presidente equatoriano, Rafael Correa, rompeu relações diplomáticas com a Colômbia. Em sinal de apoio ao colega equatoriano, Chávez ordenou um reforço militar na fronteira com a Colômbia. Mas a crise, durante a qual Uribe acusou Chávez e Correa de ter relações e de apoiar as Farc, foi superada durante reunião do Grupo do Rio, realizada na República Dominicana, onde os três presidentes fizeram as pazes. "Os dois presidentes renovaram o compromisso de confiança e colaboração mútua para que tanto a Colômbia quanto a Venezuela não sejam vítimas de grupos violentos, qualquer que seja sua origem", disse o comunicado do governo de Bogotá, em referência à conversa telefônica entre os dois líderes.

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Este chaveiro das Farc, o Hugo Chávez, está mesmo com o rabo entre as pernas para fazer a tal ligação de "peace and love" ao Uribe.


As suas reações nos últimos episódios da diplomacia latino-americana foram de tal forma tão coerentes com a sua falta de coerência, com a sua defesa das Farc antes mesmo da defesa das fronteiras dos seus países vizinhos, que inclusive as próprias Farc não vêem respeitando fazem tempo e parece que isso ao Hugo não lhe aquece os miolos, que agora não tem mesmo outra alternativa, mesmo que temporária, que não seja a de colocar o rabinho entre as pernas e fazer o papel do menino bonzinho, amigo até do amigo do seu inimigo.

terça-feira, 4 de março de 2008

Brincando com coisas sérias...

Ingrid Betancourt
Em São Paulo

A tensão entre Colômbia, Venezuela e Equador se instala. Depois do ataque da Colômbia às Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia) em território equatoriano, o presidente da Venezuela, Hugo Chávez, ordenou o fechamento da fronteira de seu país com a Colômbia. Na avaliação da cientista política Lucia Hippolito, colunista do UOL, a situação está "muito difícil". "Os lados estão todos muito acalorados, tensos. É preciso baixar um pouco essa poeira para vermos se há algum tipo de solução", disse.
Lucia observa que essa crise pegou os países envolvidos em momentos políticos diferentes. "Todos os envolvidos têm alguma coisa a ganhar com a crise, ou pelo menos acham que têm. O único que não tem nada a ganhar - pelo contrário, só tem a perder- é o Brasil", disse.Para ela, a invasão foi um cálculo político que o presidente colombiano Álvaro Uribe fez pensando no que poderia ganhar em popularidade. "Do ponto de vista interno, Álvaro Uribe e seus estrategistas entenderam que os riscos valiam a pena para colher um fruto importante, que é o consenso dentro da Colômbia para que ele faça a reforma constitucional", disse.Chávez também viu no conflito a chance de recuperar a "popularidade perdida", na opinião de Lucia. "Nada como um inimigo externo para dar aquela coesão patriótica dentro do país", disse. Já ao Brasil, onde há muitas décadas não há "um momento de tanta calma econômica e social", aponta Lucia, torce contra o conflito. "Tudo o que o Brasil não precisa é de uma turbulência nos países vizinhos. Não há nada mais inconivente para o Brasil agora do essa escalada de tensão no continente."Na avaliação da comentarista, a posição do Brasil nesses conflitos tem de ser muito firme. "É preciso chamar a atenção da Venezuela e do Equador para o apoio que esses países estão dando às Farc", disse.

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O negrito (bold) colocado por mim no último parágrafo é algo que creio que todos os brasileiros, e não só, de bom senso devem esperar dos representantes deste país. Inaceitável que o Hugo Chávez passe como sendo o grande comandante das FARC, com o apoio do Correa do Equador. Posturas como destes senhores, alimentam atos de "Uribes", com ou sem apoios de Tios Sans, de invadir o território de vizinhos com a justificativa de defender o seu povo das atrocidades de um grupo terrorista que não consegue entrar em sintonia com os vários governos que a Colõmbia já teve nos últimos 40 anos de existência aproximada das FARC.

segunda-feira, 21 de janeiro de 2008

Hugo Chávez e as FARC

Imagem: montagem de fotos do Google



Hugo Chávez, o caudilho venezuelano, tem claras aspirações a líder latino americano tipo herói além fronteiras. Para tal as recentes propostas de alterações da legislação venezuelana, felizmente para a democracia da região derrotada em plebiscito pelos venezuelanos, tentavam formalizar os seus objetivos. No seu Artigo153, dizia o seguinte: “Art. 153 Criação de um espaço geopolítico dentro do qual os povos e os governos de nossa América possam construir um só projeto supranacional, a que Simón Bolivar chamou uma Nação de Repúblicas.” Ou seja, para cumprir a sua legislação haveria, por obrigação, ter que interferir na política dos seus países vizinhos.
Recentemente caiu nas mãos do mesmo a negociação de reféns das FARC – Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia. É claro que é sempre bom ver reféns, com ou sem sobrenomes, serem libertos, mas até então não sei exactamente como surgiu a idéia, e porque, de convidarem o Chávez para intermediar tal negociação. Porque escolheram a dedo duas personalidades para serem o alvo das negociações? Que parceria estará nascendo entre as FARC e Hugo Chávez? Não esta havendo aqui só uma movimentação e demonstração de boa vontade das FARC, porque de outra forma não seqüestrariam novos reféns logo após libertarem as duas vítimas de algumas centenas que já têm na mão... libertação e demonstração de boa vontade como resultado da intermediação do Chávez !...
Há que se ter um pé atrás com as informações que vêem da terra do Tio Sam sobre o Chávez, mas de lá apareceram agora notícias que em 2007 diminuíram as apreensões de forma substancial de produtos do tráfego de cocaína em terras venezuelanas (tráfego este em muito alimentado pelas Farc na região), embora algumas boas refinarias tenham sido ainda desmanteladas no país.
Hoje surgem notícias que parte do armamento usado pelas Farc e da ELN têm como origem a Venezuela, embora não se possa acusar Chávez. Poderá haver aí a tal corrupção conhecida nos militares da Venezuela ou em outras estruturas governamentais e não governamentais do país.
Para ajudar, surge o Chávez solicitando que a Europa e o USA retirassem as FARC das listas de grupos terroristas em conseqüências do acto de boa vontade pela libertação das reféns Clara e Consuelo. Isso já depois das mesmas FARC terem logo em seguida terem feito um novo seqüestro...
Chávez está virando, no mínimo, o garoto propaganda da FARC, e as FARC fazendo o mesmo das senhoras Clara e Consuelo.
Mas é claro que Chávez não acredita que o seu potencial esteja só para menino propaganda...os outros é que deverão ser meninos propaganda e meios de atingir os seus objetivos além fronteiras