Trilhas a pé, cavalgadas, cachoeiras de 15 e 25 metros de altura, pedalinhos, cheiro de "chuva verde com terra", ponte assim, ponte assada, tiroleza...sim, isto tudo com a Equipe Nota 10 do Dona Francisca.
terça-feira, 16 de outubro de 2007
Lazer rural
Imagens Rurais
domingo, 14 de outubro de 2007
Em serviços, o atendimento é a alma do negócio.
Além disso, fica marcado o carinho e a boa energia com que se é recebido. Falar nomes pode até parecer injusto para com todos os outros que fazem parte da equipe nota 10, mas para representá-los relacionarei o nome do Sr. Arlindo, que na sua forma de homem de campo, transmitindo calma e segurança conseguiu repassar essas mesmas características para o meu filho montar a cavalo. Depois disso o Filipe não deixou mais de participar das várias cavalgadas. A Dalila, uma competente e incansável recreadora e simpatiquíssima companhia durante estes três dias. O Jerônimo, o homem dos sete ofícios mostrando a sua capacidade de organização, de estar em todos os lugares e sempre com um simpático e energético sorriso na cara.
Esta equipe que os três aqui representam, junto com a infra-estrutura de um belo hotel rural, definem bem a vontade que fica de se voltar.
20/10/07 - De "pequenas atitudes" se alimenta uma equipe. Abaixo transcrevo o e.mail que recebi da gerência administrativa do HFDF:Boa Tarde Sr. Zé Paulo,Estamos muito felizes com seu manifesto.Nem todos os colaboradores poderão acessar o blog através do computador, mas nem por isso deixamos que suas tão positivas considerações não chegassem a eles. Imprimimos o texto e encaminhamos à nossa equipe para que os mesmos tb. compartilhassem desse retorno que muito nos motiva e incentiva a mantermos nossa linha de trabalho, não esquecendo sempre de melhorar!!!Agradecemos o Sr. por ter dedicado parte de seu tempo em nome do Hotel e de nossa equipe.Aguardamos o Sr. mais vezes em nosso Hotel para compartilharmos de mais momentos felizes.Att.,Hotel Fazenda Dona FranciscaErika RedmannGerente Administrativo
quinta-feira, 11 de outubro de 2007
Dia da criança
Aproveitando o fim de semana longo, devido ao feriado que se festeja o Dia da Criança nesta sexta-feira, além do dia Santo de Nossa Senhora de Aparecida, estaremos, casal e a criança mais nova seguindo esta trilha para um hotel fazenda. A criança mais velha vai com o namorado e amigos para a praia.Se vir algum boi tirarei uma "pilingrafia"...
sábado, 6 de outubro de 2007
Lula no processo de paz no Oriente Médio
Isso porque a Autoridade Palestina vê no Brasil um símbolo de unidade, de pluralidade de religiões e de etnias, e em compensação mostra uma preocupação com os USA que vê ainda que os mesmos mostram uma grande tendência pró israelense.
Bush engasgou e ainda não deu resposta.
quinta-feira, 4 de outubro de 2007
Birmânia, Burma, Mianmá... e Liberdade?

Em 1962 sofre o primeiro golpe de estado e assume o ditador, General U Ne Win que veio a cair em 1988 devido a grandes protestos populares. Mas ainda nesse ano um outro golpe de estado faz renascer a ditadura através do General Saw Maung. Hoje, o país que tem aproximadamente 47 milhões de habitantes, é governado por uma violenta e ditatorial junta militar que reage a qualquer tentativa de questionamento, individual ou de grupos organizados da sua sociedade, em relação à postura e decisões na governação do país. Reage violenta e covardemente, com prisões, torturas, com tiros em manifestantes, digo manifestantes, estes sem armas, nem mesmo pedras ou mesmo as mais rudimentares armas que se possa imaginar...na verdade pensam, e por isso questionam!
Em Mianmá existe o trabalho escravo de forma oficial, onde crianças a partir de 10 anos fazem parte dessa mão de obra, isso quando as famílias não conseguem pagar um imposto para que possam fazer as mesmas escapar de trabalhos como o de reformas de estradas.
Em Mianmá, ex-Birmânia, explodiram recentemente manifestações devido ao aumento dos combustíveis e da Cesta Básica, mas a maior luta de muitas décadas daquela população é pelas liberdades básicas que qualquer ser humano tem o direito de ter, como o de pensar, de questionar até mesmo quando estiver errado em relação à “lógica inversa”.
Em Mianmá temos ainda a grande lição de como a religião pode trabalhar em favor da razão sem alimentar canhões, mas sim convicções.
Que a luta e a união que vemos em Mianmá não seja em vão, nem para o seu povo nem para todos os povos que estão passando por situações similares neste nosso planeta.
quarta-feira, 3 de outubro de 2007
Cartas de Beatrice - Dia do coração...

não sei se pelas vossas bandas também há esta mobilização .
30.09.07 Dia mundial do coração
Toda a cidade foi mobilizada, através da STV, para participar . No recinto Repinga estavam médicos, enfermeiros, professores de ginastica, dirigentes da cidade, presidente da Cruz Vermelha e por aí fora com todo tipo de aparelhos de ginásio, trampolins , também não esqueceram das casas de banho móveis . Começou às 6.00 de manhã com uma corrida, e depois havia todo o tipo de actividades desportivas. Fartaram-se de dizer que haveria para todas as idades . O dia amanheceu cinzento, o céu carregado de chuva , mas nem por isso a gente desistiu. A Anabela da STV a dirigir a reportagem , ora chamando o repórter A , depois o B cada um a fazer a sua intervenção, relatando sobre as crianças, as gordas, as magras, os na flor da idade e por fim o repórter X disse, este evento é mesmo para todas as idades, tenho aqui ao meu lado uma anciã de 60 anos . Se eu estivesse lá talvez teria dito : tenho aqui um fóssil de 77anos !!
Beijinhos para todos tia Beatrice e tio RR
terça-feira, 2 de outubro de 2007
Adira à luta por liberdade na Birmânia...
Eu me inscrevi aqui com o número 2832!No dia 04/10/07, escreva no seu blogue, site, ou mesmo em comentário quando visitando um espaço interativo, um texto de apoio à luta pela liberdade na Birmânia.
sábado, 29 de setembro de 2007
Não aposto, torço, mas se fosse para apostar...

Nesta madrugada de sábado para domingo no Brasil, 13:30hs de domingo em Monte Fuji, no Japão, sou Hamilton desde pequenino.
terça-feira, 25 de setembro de 2007
Alceu Valença, Elba Ramalho, Geraldo Azevedo, Zé Ramalho,
segunda-feira, 24 de setembro de 2007
Ahmadinejad...o Irã podia dar coisa melhor!
sábado, 22 de setembro de 2007
Cartas de Beatrice - Hoje, o Malangatana...

Nós já sabíamos da surpresa que os vossos tios Vitor e Micá iam fazer para vocês , mas eles pediram sigilo e nós cumprimos . O Zé Luis Cabaço vai trazer-nos o CD, assim combinamos . Aliás , ontem ele Zé Luis Cabaço foi doutorado com louvor , há de vir a Moçambique princípios de Novembro .
.
Agora foi a vez do Malangatana a receber a ordem de comendador das Artes e Letras pelo Governo Francês .
À nossa chegada pedi aos senhores engravatados com olhos de águias ( segurança francesa ) para abrirem o portão electrónico que possibilita o acesso ao patio do carro . Primeiro olharam para mim estranhando o pedido mas numa fracção de segundos as águias aperceberam –se de quem se tratava , abriram o portão e lá entrou o mestre Rangel .
Foi um pouco diferente da cerimónia do RR , para já veio a população de Matalana em peso e transformaram o jardim chique da embaixada num terreiro simpático. As mamanas com as suas capulanas e lenço na cabeça sentadas no chão . Matalana é a aldeia onde Malangatana nasceu , lá pelos lados de Marracuene , e onde ele criou um Centro Cultural .
Olhos esbugalhados , monstros, figuras sagradas , espiritos zangados, outros satisfeitos , lagrimas de sangue e sorrisos de esperança espreitavam dos quadros gigantescos do mestre que estavam expostos no jardim . .
Fervilhava de gente e as conversas saltitavam conexas e desconexas entre os presentes até a cerimónia iniciar e os flashes dos fotógrafos e as luzes das televisões encadearem a vista . O mestre Rangel não se conteve e deu dois berros aos fotógrafos que se posicionavam em frente dos convidados ! Ajoelham –se para tirar as fotos, assim não incomodam !! Champagne , beijinhos, parabéns, sorrisos, contentamentos e o Malangatana a transpirar que nem um urso polar nos trópicos.
Beijinhos para vocês todos
tia Beatrice e tio RR
Carta para Zé Paulo
Em 1971, quando GL em visita ao Brasil, Toel (irmão e autor desta carta), Celina (esposa do Toel), Maria do Carmo (esposa do Martinho), Martinho (irmão do GL), Dona Henriqueta (Mãe do GL), GL, Madalena (esposa e a sempre companheira do GL), em pé a Marina (esposa do Menau), Menau (irmão do GL), Nito (primo do GL), Wanda (amiga da família), e Micá (irmã do GL)..
Carta para Zé Paulo
Dizem que a tuberculose nos torna mais sensíveis, mais carentes. No fundo, não me conformava com aquela ausência para regiões tão remotas, uma separação que parecia definitiva como uma amputação.
Estava no Vilar em tratamento, aspirando a uma cura que tardava demais, quando, numa certa madrugada, o Antonio Veríssimo entrou no meu quarto para se despedir. Ao vê-lo aproximar-se apressado, abracei-o, retive-o, e caí em prantos. Na sua surpresa e embaraço, senti que ele não sabia quanto o amava. Até àquele momento, também eu não sabia.
Passaram-se anos. Os anos vividos em Moçambique que filhos, amigos e ex-colegas de trabalho sabem relatar com melhor conhecimento de causa.
Nesse meio tempo, nós, os 5 que ficámos, emigrámos para o Brasil com a nossa Mãe. Aqui, com o passar dos anos, acabei trabalhando como diretor de arte em agências de propaganda, mergulhando fundo num sistema em que os jornais se sustentam vendendo as suas páginas , centimetro a centímetro - as suas páginas e a sua opinião. Nessa engrenagem voraz, o jornalista muitas vezes amolece, manda às favas os seus ideais e se vende para sobreviver e melhorar o saldo bancário. Isso, mais a cultura de mercado que relegou para segundo plano antigos valores, têm a sua força de persuasão.
Em Moçambique, com Gouveia Lemos, o sistema era outro, mas o leilão de almas era o mesmo. Com seis filhos para criar e saldo negativo na conta bancária, não faltaram assédios, manobras de todo o género para seduzi-lo a amolecer e mudar de lado. Resistiu irreversivelmente como Homem maiúsculo "de um só rosto e uma só fé, de antes quebrar que torcer". Com a saúde abalada pela exaustão emocional, o coração seriamente comprometido, emigrou para o Brasil com a família, para aqui morrer, vítima das suas feridas e desencantos.
Este seu irmão, hoje aposentado da propaganda e entregue à pintura, mantém o retrato de Gouveia Lemos bem no alto da parede do ateliê, como um troféu. Como um troféu e , ao mesmo tempo, como um ponto de interrogação sobre os mistérios da vida e da morte.
"Evanescências" vem sendo o tema da minha pintura, inspirado no inconformismo com o efêmero da condição humana. Com a imagem de Gouveia Lemos sobranceira às minhas pinceladas, ele vem sendo certamente um dos maiores inspiradores desse inconformismo.
Em contrapartida, como legado de família e do seminário, resta-me a fé num outro mundo, um mundo virado do avesso, onde, soberana e definitiva, reine a justiça, especialmente para aqueles que, por ela e de tanto amá-la, sofreram perseguição.
Em Ipanema, bebendo uma laranjada, olhando o mar e a linha do horizonte onde naufragaram os seus sonhos, Gouveia Lemos dava o seu último suspiro. Segundo minha crença, não foi por mera coincidência que nesse dia o sol brilhava sereno. E era Domingo de Páscoa da Ressurreição
sexta-feira, 21 de setembro de 2007
Alonso, além de chorão, chantagista?
““Nós não nos falamos direito. Temos um relacionamento extremamente frio. Ele (Alonso) não concorda com nossas leis dentro da escuderia e diz que damos prioridade a Hamilton”, explicou o dirigente à FIA durante a audiência no caso de espionagem.Dennis também comentou sobre o clima pesado que ficou na McLaren, depois que o asturiano ameaçou entregar informações que poderiam ser usadas contra a equipe inglesa no escândalo. “Nós não conversamos mais por isso. Ele me ameaçou e eu pedi que parasse. Conversei com Martin Whitmarsh, mas ele não parou. Então decidimos conversar com Mosley, que foi compreensivo e me acalmou”, disse.”
Sendo isto verdade, e parece que é, fico me perguntando o que é pior; o caso de espionagem ou a questão da chantagem do Alonso sobre o chefe?
Ainda mais quando é sabido que o próprio Alonso estava sintonizado com a espionagem e tirou proveito direto das informações que vieram da concorrente Ferrari, só posso mesmo imaginar que não só o estilo chorão dele quando as disputas não correm bem nas pistas quando culpa sempre algum piloto ou a própria equipe...ele mostra mesmo que não é dos melhores exemplos que podemos querer ver como atleta ou como pessoa.
Mas neste mundo de negócios de F1 parece que tudo é aceito, pois até já se fala dele,Alonso, na Ferrari na próxima temporada. Eu não o contrataria nem para ser meu motorista particular, se tivesse bala na agulha para isso.
Por falta de bala na agulha, também não tenho condições de comprar uma McLaren ou uma Mercedes, mas vou procurar ver com atenção quais os outros patrocinadores da equipe, ou da futura, para não correr o risco de consumir algum produto que a minha conta bancária dê a chance de ajudar a pagar o salário desse tipo...até que me comprovem o contrário.
Brown, Mugabe… e África que se lixe!
segunda-feira, 17 de setembro de 2007
Documento do jornalismo luso-moçambicano
Na última vez que ouvi a voz do meu Pai tinha eu 11 anos de idade. Hoje, perto de chegar aos 47, eu e os meus irmãos recebemos um CD com uma gravação recuperada de uma entrevista dada pelo mesmo em 1971 à Rádio de Lourenço Marques e que foi reeditada com o que viram de mais importante quando da sua morte no Brasil, como forma de o homenagear, em 1972.
O Dr. Adrião Rodrigues tinha este rolo em sua casa e o passou para o seu irmão Vitor o qual guardou-o por mais de 20 anos sem saber exactamente o que lá estava gravado.
Este mês, vindo o Tio Vitor de Portugal para a sua casa em Itaipava, estado do Rio de Janeiro, trouxe o tal rolo e decidiu procurar em um antiquário um aparelho que estivesse em condições de uso.
Foi explorando o rolo e dentro de alguns outros materiais interessantes assustou-se ao se deparar com a entrevista do seu antigo camarada que não chegou a vê-lo casado com a sua irmã Micá.
De imediato puxou a gravação para o seu computador e colocou-se a fazer cópias para os filhos do Gouveia Lemos e para o restante da família.
Hoje, emocionado, ouvindo a voz do meu Pai, mas sei que também um documento do jornalismo luso-moçambicano, estou eu aqui tentando colocar uma video-montagem que fiz com a tal entrevista.
sábado, 8 de setembro de 2007
Não ao fundamentalismo islâmico, sim à verdadeira espiritualidade de Maomé.
Crónica de António M. G. Lemos Apesar de existirem vários documentários e filmes produzidos por pessoas corajosas do mundo islâmico - que ao denunciarem a manipulação política da interpretação espiritual dos versos do Alcorão e de arriscarem as suas vidas - quase não recebem espaço e solidariedade da mídia ocidental para mostrarem que dos milhões de islâmicos do mundo, na verdade, só uma minoria está interessada no fundamentalismo, na manipulação e caos político, em nome do Islã.
Com um esclarecimento e debate sério na mídia, as populações mais carentes, independentemente da sua confissão religiosa, ganhariam uma visão mais ampla que se contraporia como argumentação para as eventuais teorias xenófobas, ortodoxas ou fundamentalistas no seio da família e grupos sociais "exilados" numa política fracassada de Estado. Se as escolas, universidades, e a imprensa convidassem pessoas de todas as tendências islâmicas para discutir em público as suas interpretações do Islamismo, não só os islâmicos ganhariam com isso, e sim, a sociedade moderna como um todo.
Está na hora de ao invés de darmos espaço e publicidade para o extremismo e fundamentalismo islâmico, dizer NÃO AO TERRORISMO em nome de Deus (Alah).
Está na hora de apoiarmos AS VOZES CORAJOSAS e esclarecidas do Islão que mesmo sob risco de vida não se calam e defendem o Islamismo como uma filosofia espiritual (e não política) que prega a irmandade, o pacifismo e tolerância para com as mais diversas formas de pensar e crer na Terra de Deus.
terça-feira, 4 de setembro de 2007
Quem ajudou-nos a não mudarmos!

1- Não passando para a frente, a não ser quem por iniciativa assuma ser um dos elos da mesma;
2- Descaracterizando a colocação “nossa” e colocando, "minha", pois neste caso o que não valeu para mim não necessariamente vale para os outros.
Então vamos lá! Diz o desafio da corrente: “os dez livros que não mudaram a nossa vida”
- Moçambique – 7 de Setembro – Clotilde Mesquitela, 1976, Edições A Rua
Comentário: tentei entender o inexplicável e não cheguei a lugar algum. A falta de consistência explica.
- O último vôo do flamingo – Mia Couto, 2005, Companhia das Letras.
Comentário: Gosto de outros títulos do autor, mas se ele neste tentou dizer alguma coisa, não chegou a mudar nada, nem o meu entusiasmo. (Talvez só não tenha gostado da forma como tentou dizer...)
- Títulos que deixo à escolha dentro do tema “Auto Ajuda”.
Comentário: A auto ajuda fica sempre para os bolsos dos autores.
- Todos os livros que deixei de ler por opção.
- Todos os livros que deixei de ler porque tomei uma má decisão.
Não ao fundamentalismo islâmico, sim à verdadeira espiritualidade de Maomé.

O bom senso não é só a base do islamismo como também, do convívio e tolerância entre pessoas, culturas e crenças diferentes, em que a Fé representa mais do que crer em algo ou alguém, e sim uma forma pura e superior de Amar. Tal como em todas formas de Amor, baseia-se no dar sem pensar em receber em troco. Mesmo que contenham os seus rituais e regras, jamais devem ser impostas e sim, vividas espiritualmente, de dentro para fora, como uma manifestação de crença e Amor pessoal .
Amar e crer não se obriga, é um sentimento, é uma certeza que dispensa explicações e imposições exteriores ao seu EU, criação de Deus. Na verdade, a obrigatoriedade do exercício de rituais e regras de acordo com os Dogmas fundamentalistas de várias religiões, vai despoticamente contra o respeito mútuo, liberdade de decisão e tolerância, pregados por vários Profetas, inclusive Maomé
A verdade é que as horrendas práticas efetuadas contra o direito da Mulher acima mencionadas, tem origem centenas de anos antes do Profeta nascer e mais tarde as criticar. Eram leis dos poderes patriarcais reinantes na época antecedente ao islamismo, que sempre temeram as conseqüências que poderiam advir do prazer sexual feminino ou do poder que a Mulher pudesse vir a ganhar na sociedade.
O patriarcalismo ao contrário da interpretação manipulada dos fundamentalistas, não é parte da religião islâmica, e sim uma forma político-social que sempre existiu e existe até hoje em várias sociedades retrógradas, independentemente das religiões que as controlem.
O nascimento do Islamismo não representou o fim do patriarcalismo, as sociedades posteriores simplesmente passaram a usar o Islã como instrumento de crédito e respaldo para as suas atitudes e julgamentos, que não tinham nenhum fundo espiritual e sim, puramente pessoal, político e ...patriarcal.
Infelizmente o que é mais triste para História do Islão e da Humanidade como um todo, é que 1385 anos depois do Profeta ter lutado pela igualdade e direitos da mulher, tolerância e respeito para com todas as criaturas de Deus, não se tenha conseguido acabar com estas práticas medievais até hoje.
Os Hadith, no seu conjunto chamados de Suna, são os ditados que os seguidores mais próximos de Maomé - dos quais a esposa mais nova do Profeta, Aisha, também fazia parte - escreveram depois da sua morte. Os Hadith originais estão baseados na conduta e ação do Profeta e passaram a ser os parâmetros para a vida diária de todos os convertidos da então jovem religião. (622 AC)
Infelizmente, de acordo com alguns historiadores islâmicos do passado e atuais, os verdadeiros Hadith do Profeta não passariam dos 7300, sendo os restantes todos forjados por gerações posteriores, e atualmente manipulados (do Oriente a África) de acordo com a corrente e interesses do poder político local.
Por isso se faz urgente, mesmo contra o desejo do fundamentalismo ortodoxo,entre outras medidas, se traduzir de forma séria e neutra o Alcorão do árabe para o maior numero de idiomas possíveis, tal como foi feito com outros livros sagrados, e fazer a espiritualidade e luta do Profeta ser acessível e interpretada por um maior número de pessoas possíveis. Crentes ou não. Afinal não só no mundo árabe se encontrará essas "minas" de extremismo religioso prontas a serem manipuladas e a explodir. Mesmo na Europa e outros continentes, onde nos bairros periféricos o Sistema Estatal fracassou há anos atrás com os programas social ou de integração para estrangeiros, criaram-se novas sociedades paralelas, que se sentem excluídas do restante da sociedade, e sem chances de futuro. Vivem sob outras leis e valores impostas por "Imanes" locais, ou políticos interessados no caos e poder feudal.
domingo, 2 de setembro de 2007
1º. de Setembro, Bodas de Prata.
Vinte e cinco anos de casados não estruturados em hipocrisia, ou com falta de amor ou falta de companheirismo ou mesmo com falta de respeito com as nossas próprias individualidades.
Vinte cinco anos de casados trouxeram-nos maturidade ao relacionamento, com a paixão transformada no amor maduro que nos presenteou há 22 anos com a nossa primeira filha, a Sofia, e vai fazer este mês 11 anos com o nosso segundo e temporão filho Filipe.
São 25 anos de papel assinado em cartório, são 26 anos dividindo as despesas em um mesmo teto, mais de 30 anos de namoro.
É minha Amada amante, Mãe dos meus Filhos, se temos hoje 46 anos de idade não muito diferente é a idade que nos conhecemos, e a vida e os nossos pontos em comum me fizeram que tu fosses a minha cara metade. E sei que ambos estaremos trabalhando a nossa relação para chegarmos aos cinqüentinha.
Se o exemplo, mais um, que dás de ser uma grande filha nos faz adiar a festa ou um simples jantar à luz de velas, me faz ter cada vez mais orgulho de poder dizer e repetir que amo a Mãe dos meus Filhos.
Te amo Kikas!
Com uns mesitos de casados, de papel passado, quando fomos a Porto Alegre, Rio Grande do Sul (Sul do Brasil) passar férias em 1982. Na altura moravamos em Recife, Pernambuco, no Nordeste do país.
Chegada da Sofia, a nossa carioca com tempero pernambucano, pois foi produzida ainda em Recife.
O Filipe quase pronto para chegar a este mundo. Este pré-fabricado e com os acabamentos curitibanos.
Somos da praia! 2007












